Nas palavras que te escrevi
na carta que não leste
poema em ti que eu não li
teu corpo despido
das letras com que te vesti
poema nascido por mim tecido
teu corpo nu
poema por mim declamado
poema nascido desejo ardente
com que te respiro
corpo poema dilema dissecado
desejo incontrolado
de teu corpo tocar
notas de queixume arrancar
notas gemidas como uma guitarra
numa noite a chorar poema
em ti corpo nu
minha ébria loucura
minha vontade aprisionada
minha voz amordaçada
suspiro que em mim se apagou
teu corpo despido das letras
com que te vesti poema em ti
nas palavras que te escrevi
domingo, 13 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Sei que nunca terei o que procuro:
um pequeno maremoto.
Sei que nunca terei o que procuro.
Mas busco inconsciente no silencio
escuro dentro de mim
olho à minha volta sentada à beira mar
longe de mim,em mim existo.
Em noites de lua cheia
inúteis dias que consumo nesta busca
inconsciente,
o cheiro a maresia desperta-me
desta letargia.
Olho o mar, está revoltar-se.
Toda a noite o vento soprou forte
escutava as braçadas de espuma
devastando os areais em altas vagas
e o mar de novo a revoltar-se.
Vi depois o mar mudar de rumo
a raiz dos minerais e a própria luz
arrastando-se com dificuldade
Ao ritmo das ondas as águas
perderam-se
pelo corpo fora e penetraram por fim
Mas busco inconsciente
o silencio escuro dento de mim
Sei que nunca terei o que procuro.
Mas busco inconsciente no silencio
escuro dentro de mim
olho à minha volta sentada à beira mar
longe de mim,em mim existo.
Em noites de lua cheia
inúteis dias que consumo nesta busca
inconsciente,
o cheiro a maresia desperta-me
desta letargia.
Olho o mar, está revoltar-se.
Toda a noite o vento soprou forte
escutava as braçadas de espuma
devastando os areais em altas vagas
e o mar de novo a revoltar-se.
Vi depois o mar mudar de rumo
a raiz dos minerais e a própria luz
arrastando-se com dificuldade
Ao ritmo das ondas as águas
perderam-se
pelo corpo fora e penetraram por fim
Mas busco inconsciente
o silencio escuro dento de mim
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Onde Te Encontro??
ao cimo daquele monte!
habito, numa casa arruinada,
onde durmo, num quarto bafiento,
e escuro, não tenho janelas,
no meu quarto!
para ver a lua, e as estrelas,
o chão, do meu quarto, é remendado
com letrinhas miudinhas.
Que continuo a escrever, a alguém
que de mim, não quer saber,
às vezes!! com tanto frio,
não tenho calor!! para me aquecer,
que os meus dedos, não consigo mexer,
para te escrever:
outras vezes! sinto frio, quando está calor!
Continuo, a se um eterno, enamorado!
canto, o amor, a raiva, o ciume!
faço da tristeza,alegria,
escondendo... a minha dor,
invento, Dulcineias!! faço versos,
e prosas,,ofereço-te rosas,
como sofre,o louquinho,diz o vizinho:
sofro!! em silencio, a minha dor
a chorar,para dentro de mim,
sem lágrimas, deitar,e digo a soluçar,
sofro, amo, rio, e ainda sonho!!
Sou um barco, ao Deus dará, ao sabor da maré,
sinto a esperança perdida,quanta mocidade, envelhecida,
quanta, liberdade, roubada,quantos desejos,aprisionados,
quantas,revoltas, silenciosas, quantos, gritos,calados,quantas
chicotadas, levadas,desta vida, que me faz soltar, lamentos,
neste mar, do meu desespero,só sinto um vento forte,
que me empurra para a morte
ao cimo daquele monte!
habito, numa casa arruinada,
onde durmo, num quarto bafiento,
e escuro, não tenho janelas,
no meu quarto!
para ver a lua, e as estrelas,
o chão, do meu quarto, é remendado
com letrinhas miudinhas.
Que continuo a escrever, a alguém
que de mim, não quer saber,
às vezes!! com tanto frio,
não tenho calor!! para me aquecer,
que os meus dedos, não consigo mexer,
para te escrever:
outras vezes! sinto frio, quando está calor!
Continuo, a se um eterno, enamorado!
canto, o amor, a raiva, o ciume!
faço da tristeza,alegria,
escondendo... a minha dor,
invento, Dulcineias!! faço versos,
e prosas,,ofereço-te rosas,
como sofre,o louquinho,diz o vizinho:
sofro!! em silencio, a minha dor
a chorar,para dentro de mim,
sem lágrimas, deitar,e digo a soluçar,
sofro, amo, rio, e ainda sonho!!
Sou um barco, ao Deus dará, ao sabor da maré,
sinto a esperança perdida,quanta mocidade, envelhecida,
quanta, liberdade, roubada,quantos desejos,aprisionados,
quantas,revoltas, silenciosas, quantos, gritos,calados,quantas
chicotadas, levadas,desta vida, que me faz soltar, lamentos,
neste mar, do meu desespero,só sinto um vento forte,
que me empurra para a morte
Onde Te Encontro??
ao cimo daquele monte!
habito, numa casa arruinada,
onde durmo, num quarto bafiento,
e escuro, não tenho janelas,
no meu quarto!
para ver a lua, e as estrelas,
o chão, do meu quarto, é remendado
com letrinhas miudinhas.
Que continuo a escrever, a alguém
que de mim, não quer saber,
às vezes!! com tanto frio,
não tenho calor!! para me aquecer,
que os meus dedos, não consigo mexer,
para te escrever:
outras vezes! sinto frio, quando está calor!
Continuo, a se um e
terno, enamorado!
canto, o amor, a raiva, o ciume!
faço da tristeza,alegria,
escondendo... a minha dor,
invento, Dulcineias!! faço versos,
e prosas,,ofereço-te rosas,
como sofre,o louquinho,diz o vizinho:
sofro!! em silencio, a minha dor
a chorar,para dentro de mim,
sem lágrimas, deitar,e digo a soluçar,
sofro, amo, rio, e ainda sonho!!
Sou um barco, ao Deus dará, ao sabor da maré,
sinto a esperança perdida,quanta mocidade, envelhecida,
quanta, liberdade, roubada,quantos desejos,aprisionados,
quantas,revoltas, silenciosas, quantos, gritos,calados,quantas
chicotadas, levadas,desta vida, que me faz soltar, lamentos,
neste mar, do meu desespero,só sinto um vento forte,
que me empurra para a morte
ao cimo daquele monte!
habito, numa casa arruinada,
onde durmo, num quarto bafiento,
e escuro, não tenho janelas,
no meu quarto!
para ver a lua, e as estrelas,
o chão, do meu quarto, é remendado
com letrinhas miudinhas.
Que continuo a escrever, a alguém
que de mim, não quer saber,
às vezes!! com tanto frio,
não tenho calor!! para me aquecer,
que os meus dedos, não consigo mexer,
para te escrever:
outras vezes! sinto frio, quando está calor!
Continuo, a se um e
terno, enamorado!
canto, o amor, a raiva, o ciume!
faço da tristeza,alegria,
escondendo... a minha dor,
invento, Dulcineias!! faço versos,
e prosas,,ofereço-te rosas,
como sofre,o louquinho,diz o vizinho:
sofro!! em silencio, a minha dor
a chorar,para dentro de mim,
sem lágrimas, deitar,e digo a soluçar,
sofro, amo, rio, e ainda sonho!!
Sou um barco, ao Deus dará, ao sabor da maré,
sinto a esperança perdida,quanta mocidade, envelhecida,
quanta, liberdade, roubada,quantos desejos,aprisionados,
quantas,revoltas, silenciosas, quantos, gritos,calados,quantas
chicotadas, levadas,desta vida, que me faz soltar, lamentos,
neste mar, do meu desespero,só sinto um vento forte,
que me empurra para a morte
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
País está Cheio de eunucos.. Quem Não o é!! que tome a Iniciativa da Produção::que está em crise...não de eunucos mas de Ideias..produtivas... gosto de ler o que postam,. costumo achar engraçado!! como a nossa Memória só recorda, o que nos convém. neste pedaço de terra á beira mar plantado!!,que também é o meu Jardim, somos todos filósofos,,analistas. Políticos, todos muito doutos.. letrados.. filosofia de Algibeira,,comentadores de bancada!! onde está a Iniciativa?? daquilo que defendemos..quem são os Homens Certos. para regerem os destinos cá do pedaço?? preciso de ser elucidada: Por Favor:.
O Pais está cheio de Eunucos:
País está Cheio de eunucos.. Quem Não o é!! que tome a Iniciativa da Produção::que está em crise...não de eunucos mas de Ideias..produtivas... gosto de ler o que postam,. costumo achar engraçado!! como a nossa Memória só recorda, o que nos convém, neste pedaço de terra, á beira mar plantado!!,que também é o meu Jardim, somos todos filósofos,,analistas. Políticos, todos muito doutos.. letrados.. filosofia de Algibeira,,comentadores de bancada!! onde está a Iniciativa?? daquilo que defendemos..quem são os Homens Certos. para regerem os destinos cá do pedaço?? preciso de ser elucidada: Por Favor:.UKY Strava
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